Itapema supera Balneário Camboriú e passa a ser a cidade brasileira com m² mais caro para venda de imóveis
02/06/2026
(Foto: Reprodução) Itapema vai alargar praia para tentar conter a erosão marítima
Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, superou a vizinha Balneário Camboriú e passa ser a cidade brasileira com o metro quadrado mais valorizado para venda de novos imóveis. Os dados referentes ao mês de maio são do índice FipeZap, da Fundação de Pesquisas Econômicas (Fipe), que monitora preços em 56 cidades do país.
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Balneário Camboriú ocupava o posto desde 2022, com Itapema na segunda posição. Os dados divulgados nesta terça-feira (2) colocam Itapema com preço médio de R$ 15.226/m², contra R$ 15.215/m². O top 5 ainda tem outras duas cidades do litoral catarinense, confira:
Itapema (SC): R$ 15.226
Balneário Camboriú (SC): R$ 15.215
Vitória (ES): R$ 14.965
Florianópolis (SC): R$ 13.288
Itajaí (SC): R$ 13.208
Barueri (SP): R$ 12.086
São Paulo (SP): R$ 12.045
Curitiba (PR): R$ 11.763
Vila Velha (ES): 11.062
Rio de Janeiro (RJ): R$ 10.982
O setor de construção civil, sem dúvida, é o grande responsável pelo desenvolvimento socioeconômico da região, gerando diversas oportunidades de empregos e negócios.
Itapema tem 81 mil habitantes e é somente o sexto menor município em extensão territorial de Santa Catarina. "Herdou" da vizinha Balneário Camboriú a tendência de arranha-céus e prédios luxusos à beira-mar.
Para o especialista em mercado imobiliário e CEO da IBC Imobiliária, Bruno Cassola, a ascensão de Itapema no ranking já vinha sendo observada pelo mercado.
Segundo ele, a cidade vive um ciclo forte de valorização, associado à chegada de novos empreendimentos, à expansão urbana e a investimentos previstos em infraestrutura e turismo, como a nova marina no Canto da Praia, o alargamento da orla da Meia Praia e equipamentos como o Píer Oporto e a roda-gigante It!Wheel.
“O preço do metro quadrado é um indicador importante, mas não pode ser analisado sozinho. O melhor investimento depende do objetivo do cliente. Há quem busque valorização, há quem priorize liquidez, renda, uso próprio ou segurança patrimonial. Cada cidade pode atender a uma estratégia diferente”, pontua.
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Divulgação
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